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	<title>Regina Gauer | Psicóloga Online para Brasileiros Expatriados</title>
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	<description>Psicologia para Expatriados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Apr 2025 17:19:17 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Regina Gauer | Psicóloga Online para Brasileiros Expatriados</title>
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		<title>Tecendo Identidades: Expatriação e Adaptação Cultural</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/tecendo-identidades-expatriacao-e-adaptacao-cultural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 14:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expatriação]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[A obra de Shin-hee Chin, &#8220;Mother Tongue, Motherhood, and Transculturation&#8221;, é uma expressão artística que combina tecidos e textos de diferentes ... <div><a href="https://reginagauer.com.br/tecendo-identidades-expatriacao-e-adaptacao-cultural/" class="more-link">Read More</a></div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A obra de Shin-hee Chin, &#8220;Mother Tongue, Motherhood, and Transculturation&#8221;, é uma expressão artística que combina tecidos e textos de diferentes origens culturais. Através da costura à mão, a artista coreano-americana cria peças que representam a hibridização cultural e a coexistência de diferentes legados em uma única pessoa. Utilizando idiomas como símbolos, Chin explora temas de identidade, pertencimento e a experiência de navegar entre mundos culturalmente distintos.</p>



<p>A obra de Shin-hee Chin retrata a experiência de viver entre duas culturas diferentes &#8211; algo muito parecido com o que vejo no meu trabalho com expatriados. Como a artista que costura tecidos e palavras preservando a essência de cada um, minha terapia respeita suas múltiplas identidades culturais. Reconheço essa dualidade constante entre o país de origem e o novo lar que cada expatriado vive.</p>



<p>A adaptação cultural não significa abandonar quem você era, mas sim integrar experiências numa nova história pessoal. Na terapia, ajudo você a encontrar sua própria forma de expressão nesse processo, permitindo que sua cultura de origem e suas novas experiências conversem entre si. Compreendo que a língua, como destaca a artista, tanto conecta quanto separa.</p>



<p>Convido você a iniciar seu processo terapêutico comigo, num espaço onde sua experiência como expatriado será verdadeiramente compreendida. Juntos, podemos transformar os desafios da vida no exterior em uma rica jornada de autoconhecimento, construindo uma identidade que honra suas raízes e abraça seu presente.</p>
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		<title>O que aprendi atendendo pacientes em mais de 10 países</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/o-que-aprendi-atendendo-pacientes-em-mais-de-10-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 22:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expatriação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Diferenças e Semelhanças Trabalhar no atendimento a expatriados é uma riqueza. Todos os dias, tenho a oportunidade de me conectar com ... <div><a href="https://reginagauer.com.br/o-que-aprendi-atendendo-pacientes-em-mais-de-10-paises/" class="more-link">Read More</a></div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Diferenças e Semelhanças</strong> <br>Trabalhar no atendimento a expatriados é uma riqueza. Todos os dias, tenho a oportunidade de me conectar com pacientes de mais de 10 países, que lidam com aspectos da multiculturalidade em seu dia a dia. </p>



<p><strong>Diversidade Cultural</strong><br>Cada país, cada comunidade e cada indivíduo traz consigo uma riqueza de tradições, valores e perspectivas. A diversidade cultural é como um mosaico colorido, onde cada peça contribui para a beleza do todo. Valorizo e aprendo com essa diversidade todos os dias!</p>



<p><strong>Diferenças Culturais</strong><br>Diferenças culturais podem ser desafiadoras, mas também trazem grandes oportunidades de crescimento. Elas me ensinam a questionar minhas próprias crenças, a ver o mundo sob novas lentes e a desenvolver empatia. Quando um paciente compartilha suas tradições, rituais ou histórias, ou quando comenta quão diferentes estas são das que ele vivencia em outro país, é uma chance de podermos expandir horizontes e construir pontes entre culturas.</p>



<p><strong>Similaridades Humanas</strong><br>Apesar das diferenças culturais, todos nós compartilhamos uma humanidade comum. Somos seres emocionais, buscando conexão, compreensão e significado. A alegria, a tristeza, o amor e o medo não têm fronteiras. Testemunho essas emoções universais em meus pacientes, independentemente de sua origem ou de onde residem atualmente. Somos todos humanos!</p>



<p>Cada sessão é uma oportunidade de aprender, crescer, nutrir conexões e compartilhar sentimentos. Se você passa pela vivência da expatriação, conversar sobre com um profissional pode ser muito enriquecedor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anda soltando farpas por aí?</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/anda-soltando-farpas-por-ai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 19:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sente que às vezes a única maneira que você consegue comunicar o que sente é de maneira violenta?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sente que às vezes a única maneira que você consegue <strong>comunicar o que sente</strong> é de maneira violenta? Aquilo que te incomoda sai de maneira descontrolada, raivosa, através de gritos, farpas ou cinismo?</p>



<p>Será que você tem tido espaço para poder <strong>expressar o que você sente</strong>? As pessoas ao seu redor <strong>se preocupam em te ouvir?</strong></p>



<p>Se você percebe que não está conseguindo se comunicar da maneira como gostaria, talvez seja um momento para parar e <strong>compreender melhor as suas necessidades e expectativas</strong>.</p>



<p>A psicoterapia é um momento no qual é possível falar sobre o que sentimos, aprendendo a lidar com discordâncias e ansiedades de maneira mais saudável.</p>



<p>Venha <strong>desenvolver suas habilidades de comunicação</strong> com seus parceiros, colegas de trabalho, amigos, família e filhos em um ambiente de sigilo e acolhimento.</p>



<p>Quer saber mais sobre terapia? Me mande uma mensagem e vamos conversar!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Será que faz diferença uma terapia na língua materna?</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/sera-que-faz-diferenca-uma-terapia-na-lingua-materna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 14:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expatriação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[A língua materna é o que nos forma como pessoas, sujeitos, desde o início de nossa vida. É uma das primeiras ... <div><a href="https://reginagauer.com.br/sera-que-faz-diferenca-uma-terapia-na-lingua-materna/" class="more-link">Read More</a></div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>língua materna</strong> é o que nos forma como pessoas, <strong>sujeitos</strong>, desde o início de nossa vida. É uma das primeiras formas de nos comunicarmos com o mundo, e também de sermos entendidos por ele.</p>



<p>Em minha pesquisa sobre expatriação, tenho percebido que o uso da língua materna nas sessões de terapia é um <strong>fator bastante relevante no sucesso do processo terapêutico</strong>.</p>



<p>Na mudança para um outro país, muitas vezes a sensação de <strong>desconexão</strong> com a cultura, hábitos e a língua local podem intensificar as dificuldades de lidar com as situações que se apresentam.</p>



<p>Fazer terapia com uma psicóloga que fala nossa língua proporciona um misto de experiências de <strong>acolhimento, compreensão e autenticidade</strong>. É mais uma forma de poder sentir-se acompanhado e ouvido nesta jornada tão desafiadora.</p>



<p>Nunca teremos uma comunicação completa e sem falhas com ninguém, mas falar na língua materna <strong>melhora a qualidade da interação</strong> e torna o processo da terapia um pouco mais simples. Afinal de contas, a expatriação já traz desafios o suficiente!</p>



<p>O atendimento online tem a conveniência de que você pode ser atendido na sua língua, mesmo morando em qualquer lugar do mundo. </p>



<p>Sou&nbsp;<strong>Regina Gauer</strong>, psicóloga clínica formada pela PUC-SP e pesquisadora na área de expatriação e seus impactos psíquicos. Posso te ajudar a lidar com as dificuldades que você vivencia no seu processo de expatriação. Para saber mais sobre como um processo de psicoterapia pode&nbsp;<strong>impactar na sua vida</strong>, é só me<strong>&nbsp;<a href="https://web.whatsapp.com/send?phone=5511993503122&amp;text=Oi,%20Regina,%20tudo%20bem?%20Gostaria%20de%20receber%20mais%20informa%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20terapia.">mandar uma mensagem aqui</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com os desafios de ser expatriado?</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/como-lidar-com-os-desafios-de-ser-expatriado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 11:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expatriação]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Morar fora do país exige uma capacidade incrível de adaptação e resiliência. A cada dia, novos desafios se apresentam e muitas ... <div><a href="https://reginagauer.com.br/como-lidar-com-os-desafios-de-ser-expatriado/" class="more-link">Read More</a></div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Morar fora do país exige uma capacidade incrível de <strong>adaptação e resiliência</strong>. A cada dia, novos desafios se apresentam e muitas vezes você pode se sentir sozinho, incompreendido e deslocado de sua cultura de origem.</p>



<p><strong>Lidar com os desafios </strong>nas situações de expatriação não é nada simples. Expatriados podem sentir cobranças da família que ficou em seu país natal, necessidade de obter sucesso profissional no novo país e dificuldades em comunicar suas necessidades.</p>



<p>A <strong>terapia </strong>é um excelente meio de trabalhar as suas questões relativas aos processos de adaptação a novas situações. O atendimento online tem ainda a conveniência de que você pode <strong>ser atendido na sua língua</strong>, mesmo morando em qualquer lugar do mundo!</p>



<p>Sou <strong>Regina Gauer</strong>, psicóloga clínica formada pela PUC-SP e pesquisadora na área de expatriação e seus impactos psíquicos. Posso te ajudar a lidar com as dificuldades que você vivencia no seu processo de expatriação. Para saber mais sobre como um processo de psicoterapia pode <strong>impactar na sua vida</strong>, é só me<strong> <a href="https://web.whatsapp.com/send?phone=5511993503122&amp;text=Oi,%20Regina,%20tudo%20bem?%20Gostaria%20de%20receber%20mais%20informa%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20terapia.">mandar uma mensagem aqui</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De quem são os sonhos que você sonha?</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/de-quem-sao-os-sonhos-que-voce-sonha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 21:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Esses dias, nos stories, muitos de vocês me contaram que já viveram em função de sonhos alheios. Diversas vezes, tiveram ainda dificuldades em perceber que esses sonhos não eram seus. O que fazer nessa situação?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que te leva a buscar o que você <strong>acredita desejar</strong>?</p>



<p><strong>Viver em função do que se espera de nós</strong><br>Esses dias, nos stories, muitos de vocês me contaram que <strong>já viveram em função de sonhos alheios</strong>. Os sonhos dos outros, que <strong>tomamos por nossos</strong> em algum momento, às vezes desde muito pequenos, permeiam nossas vidas desde sempre. </p>



<p>Vocês também comentaram que, diversas vezes, tiveram <strong>dificuldades em perceber </strong>que esses sonhos tão desejados não eram seus, mas de outros!</p>



<p><strong>Nossos desejos vêm dos outros</strong><br>Somos <strong>moldados </strong>desde cedo<strong> pelos desejos dos outros</strong>. Desejos dos pais, da família, da escola, da sociedade. Gente bem intencionada, que mostra com a melhor das intenções por onde devemos trilhar nossos caminhos futuros de sucesso. Ser médico, ganhar bem, ter uma carreira estável, casar, ter filhos, casa com piscina e cachorro. A sociedade também nos traz seus <strong>padrões </strong>corporais, de consumo, diversão e vícios. Tudo já muito bem estabelecido, com a promessa de que basta perseguir o sonho coletivo e você será feliz.</p>



<p><strong>Você se reconhece nas suas escolhas?</strong><br>Chega enfim o dia de <strong>olhar para suas decisões</strong> em relação à profissão, saúde, corpo, seus relacionamentos, filhos&#8230; Várias decisões tomadas para agradar os pais, amigos, parceiros, filhos. Isso tudo <strong>corresponde ao que você tinha planejado?</strong><br>Ao longo da vida nos deparamos com decisões sobre os <strong>projetos </strong>que decidimos levar em frente.<br>Será que o que definimos como nossos <strong>objetivos</strong> <strong>de vida</strong> são realmente <strong>escolhas nossas?</strong></p>



<p><strong>Que caminhos escolher?</strong><br>Responsabilizar-se pela sua vida é <strong>apropriar-se de seus próprios desejos</strong>. Separar o que herdamos das expectativas alheias e <strong>ainda nos faz sentido manter</strong> daquilo que também nos foi entregue no passado, mas que neste momento <strong>pode</strong> <strong>(ou deve!) ser deixado de lado</strong>.</p>



<p><strong>Como descobrir o que realmente desejo?</strong><br>A <strong>terapia </strong>é um excelente caminho para aprender a <strong>separar o que é nosso</strong> <strong>do que é dos outros</strong>.<br>Fazer essa separação é, ao mesmo tempo, uma das necessidades mais básicas de cada indivíduo ao se constituir como um ser único, assim como uma das tarefas mais complexas, uma vez que todos nós nos formamos através das identificações com outros indivíduos. <strong>Não é uma tarefa simples</strong>, muito menos se resume a insights pontuais.</p>



<p>Este exercício é uma construção diária, um processo através do qual vamos <strong>tomando consciência de quem realmente somos</strong>, para além das expectativas alheias. Psicoterapia online e presencial são opções interessantes para começar a trilhar esse caminho.</p>



<p>Vamos juntos?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem tudo são flores</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/nem-tudo-sao-flores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 18:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[E ainda assim é possível encontrar caminhos para florescer. Nosso passado não precisa ser o único determinante de nosso futuro. Com ajuda profissional, é possível revisitar a sua história e encontrar novos caminhos e possibilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>E ainda assim é possível <strong>encontrar caminhos</strong> para florescer.</p>



<p>Muitos são os desafios ao longo do caminho. Passamos por situações incômodas, desagradáveis, muitas vezes traumáticas. Mas <strong>nosso passado não precisa ser o único determinante de nosso futuro</strong>. Com ajuda profissional, é possível revisitar a sua história e encontrar novos caminhos e possibilidades.</p>



<p><strong>Carregamos nossas cicatrizes</strong><br>Nossa história nos marca profundamente. As <strong>feridas do passado</strong> ficam como <strong>cicatrizes</strong>, que carregamos ao longo da vida. <strong>Às vezes doem</strong>, às vezes nos lembram de períodos difíceis. Como cicatrizes, não vão embora. Podem ficar mais suaves, menos visíveis, menos doloridas. Mas sempre estão lá, como lembrança do que um dia aconteceu.</p>



<p><strong>História não é destino </strong>&#8211; Cyrulnik<br><strong>Apesar da dor</strong>, ainda assim, é possível juntar os cacos que sobraram e <strong>reconstruir novas possibilidades</strong> de existência. Boris Cyrulnik, estudioso da área de resiliência, afirma que não existe ferida que não possa ser tratada. Uma parte infeliz da sua história não precisa determinar todo o restante da sua vida.</p>



<p><strong>Recordar, Repetir, Elaborar</strong> &#8211; Freud<br><strong>Revisitar a sua história</strong> acompanhado por um profissional é uma maneira de trabalhar as tantas <strong>situações indesejadas</strong> que acontecem na vida, desde <strong>relacionamentos amorosos que repetem padrões</strong> tóxicos a sentimentos de <strong>baixa autoestima</strong> que insistem em te sabotar. Seguindo os estudos de Freud, através da terapia é possível enfrentar a tendência à repetição dos velhos padrões, elaborando as questões traumáticas e criando novas saídas.</p>



<p><strong>Seja responsável pelas suas escolhas</strong><br>Lidar com tudo o que aconteceu com você é uma forma madura de <strong>elaborar o passado</strong> e abrir caminho para <strong>novas possibilidades</strong> de vida. Somos responsáveis pelo que decidimos fazer com aquilo que fizeram de nós.</p>



<p><strong>Como a terapia pode me ajudar?</strong><br>Você é capaz de <strong>encontrar forças </strong>para lidar com todas essas dificuldades e se fortalecer para <strong>seguir seu próprio caminho.</strong> O processo de <strong>psicoterapia </strong>permite olhar para essas cicatrizes em um ambiente seguro e desenvolver <strong>novas formas de lidar</strong> com elas.</p>



<p><strong>Outros caminhos são possíveis. Vamos juntos?</strong><br>Sou <strong>Regina Gauer</strong>, psicóloga clínica. Faço atendimento psicológico presencial e também online. Quer saber mais sobre <strong>terapia</strong>? <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://wa.me/message/DS3MBUJV6FDXK1" target="_blank">Mande uma mensagem</a></strong> e vamos conversar!</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meu filho tem agenda de CEO de multinacional</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/meu-filho-tem-agenda-de-ceo-de-multinacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 21:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando crianças e jovens têm 100% do tempo ocupado com atividades, como poderão encontrar o que realmente desejam?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Esses dias conversei com uma amiga que afirmou: “<strong>minha filha não tem tempo</strong> para se encontrar com as colegas, ela <strong>tem agenda de CEO de multinaciona</strong>l”. Para mim foi uma grande surpresa ouvir essa frase, dita com um misto de orgulho e aceitação, como se não pudesse ser de outra forma.</p>



<p>Sempre correndo, passando <strong>de uma atividade a outra sem paradas</strong>, parece impensável que crianças e jovens tenham que lidar com <strong>tempo não planejado</strong>. Pais e escola buscam eliminar o tempo ocioso e o tédio, tornando <strong>cada segundo produtivo</strong>.</p>



<p><strong>Impulsividade e frustração</strong></p>



<p>A vontade dos pais de proporcionar uma <strong>agenda sempre recheada</strong>, contudo,<strong> </strong>nem sempre contribui para o desenvolvimento dos filhos. Tenho acompanhado muitos pais que comentam sobre as dificuldades de lidar com crianças e jovens <strong>imaturos e impulsivos</strong>, pouco pacientes e quase nada tolerantes às frustrações da vida. </p>



<p>Eles têm apresentado dificuldade de<strong> lidar com sentimentos de frustração, adiamento de recompensas e tédio</strong>, assim como também apresentam questões de <strong>autoestima</strong>, ansiedade e dificuldades para largar seus celulares e tablets.</p>



<p>O mundo hiperconectado e de gratificações instantâneas dos jogos eletrônicos e do celular e as agendas superlotadas dos jovens têm contribuído para esse aumento na <strong>incapacidade de esperar</strong>. Tudo tem que acontecer instantaneamente, na hora em que se quer. E quando não acontece, muitos não sabem como lidar com os sentimentos de raiva e desamparo.</p>



<p>Na busca de satisfazer as vontades dos pais, crianças e jovens perseguem metas inatingíveis, buscando vencer na competição da vida a todo custo. Falta tempo para reflexão, tédio, criatividade. Quando crianças e jovens têm <strong>100% do tempo ocupado com atividades,</strong> como poderão parar um pouco para encontrar o que realmente desejam?</p>



<p><strong>Criatividade e autoestima</strong></p>



<p>O tédio é um dos grandes berços da <strong>criatividade</strong>. Momentos de <strong>brincadeira livre e não estruturada</strong> podem proporcionar o desenvolvimento dessa capacidade, que é essencial para que a criança sinta sua potência criativa, contribuindo para sua <strong>autoestima.</strong></p>



<p><strong>Escolhas e desejos dos filhos</strong></p>



<p>A incessante busca por resultados por parte dos pais pode fazer com que os <strong>verdadeiros desejos dos filhos </strong>tenham dificuldade de aparecer. Respeitar os interesses dos filhos e permitir que eles possam <strong>escolher </strong>suas atividades extras sem lotar demais a agenda ajuda a <strong>reduzir a ansiedade </strong>deles em relação às <strong>expectativas dos pais</strong>.</p>



<p>A <strong>terapia </strong>pode ser uma grande aliada na busca por novos modos de viver a vida. Que tal <strong>conversar com seus filhos</strong> sobre como eles têm se sentido em relação a isso?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você vive comparando seus abacaxis?</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/voce-vive-comparando-seus-abacaxis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 13:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já se percebeu competindo com os outros para ver quem tem mais reuniões, dorme menos ou está mais sobrecarregado? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já se percebeu competindo com os outros para ver <strong>quem tem mais reuniões, dorme menos, fica mais no trânsito ou está mais sobrecarregado?</strong> Quem tem a agenda mais lotada, os prazos mais impossíveis, mais reuniões por dia, fica mais dias virando noite para entregar projetos e pega mais trânsito? E ainda fica feliz por ganhar em todas as categorias acima? Quem sofre mais, eu ou você?</p>



<p><strong>COMPETITIVIDADE</strong></p>



<p>Há momentos em que vivemos segundo a lógica de <strong>querer ser mais e melhor do que os outros</strong>. Às vezes isso inclui até mesmo <strong>se comparar</strong> e querer estar na frente da competição até mesmo em relação ao sofrimento!</p>



<p><strong>SOFRIMENTO NÃO É COMPETIÇÃO</strong></p>



<p>Acreditar que viver sobrecarregado é algo positivo faz parte da<strong> cultura de competitividade</strong>, que estima quem trabalha até a exaustão e desvaloriza o descanso e o cuidar de si.</p>



<p>Faz sentido viver a vida como uma competição sem fim, até mesmo no sofrimento?</p>



<p><strong>HÁ SAÍDAS?</strong></p>



<p>Você se vê nessa <strong>espiral competitiva infinita</strong>? Talvez seja o momento de <strong>repensar o que realmente importa na sua vida</strong>.</p>



<p>A terapia pode ser um caminho para <strong>rever escolhas e padrões de comportamento</strong>. É possível <strong>mudar, </strong>sair do automático<strong> </strong>e se <strong>reconectar com o que faz sentido.</strong> </p>



<p><strong>Vamos juntos</strong> <strong>descascar esse abacaxi?</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A maldição do Oscar</title>
		<link>https://reginagauer.com.br/a-maldicao-do-oscar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Regina Gauer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2022 13:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Sucesso na carreira, dificuldades nos relacionamentos. Seu companheiro tem dificuldades em lidar com seu sucesso profissional? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Sucesso na carreira, dificuldades nos relacionamentos</strong>. Seu companheiro tem dificuldades em lidar com seu sucesso profissional?&nbsp;</p>



<p>São comuns os casos de mulheres bem sucedidas que têm dificuldades nos relacionamentos amorosos. Elas encontram <strong>parceiros que reclamam de falta de atenção e de amor, não aceitam suas viagens de negócios, traem suas companheiras e até mesmo as agridem fisicamente.</strong> Muitas profissionais acabam escolhendo não ir em frente na carreira, nem aceitar novas promoções, para evitar que seus casamentos afundem.</p>



<p>&#8220;A maldição do Oscar ou o preço do desenvolvimento da mulher&#8221; é o título de um artigo publicado pela pesquisadora Dra. Denise Ramos, no qual ela explora a temática da <strong>rejeição, traição e violência que vêm do medo masculino frente ao poder feminino</strong>.&nbsp;</p>



<p>No artigo, ela mostra que o sucesso profissional feminino maior que o do companheiro pode desestabilizar o relacionamento, levando a maiores riscos de <strong>divórcio, traições e violência</strong>. Pesquisas mostram também que a<strong> auto-estima dos parceiros é mais baixa </strong>quando as mulheres são mais bem sucedidas, levando a maior infelicidade no relacionamento.</p>



<p><strong>Como fugir dessas armadilhas?</strong></p>



<p>Perceber este problema é o primeiro passo para poder mudar. <strong>Incentivar o desenvolvimento profissional do companheiro</strong>, valorizando-o, e ajudá-lo a perceber seu comportamento podem ser os primeiros passos de uma mudança de atitude. A <strong>terapia</strong>, tanto individual quanto de casal, também é uma grande aliada na construção de relacionamentos mais equilibrados e autênticos.&nbsp;</p>



<p>Você percebe isso acontecendo à sua volta? <strong>Já aconteceu com você?</strong></p>



<p>Fonte: Ramos, D. G. The ‘Oscar curse’ or the price of women’s development. Journal of Analytical Psychology, 67, 1, 261–274, 2022.</p>
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